Sistema Decimal





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História dos Sistemas Decimais
   numeros Os números, e o próprio sistema de contagem do homem, são coisas bem antigas. A necessidade do homem de poder tomar uma medida para “materializar” aumentos e baixas em rebanhos, pessoas e as várias situações em que os dedos das mãos não eram suficientes para se calcular o número de algo são recorrentes desde a vida pré-histórica. De lá para cá, muitos tipos de números e sistemas de contagem foram criados. Assim como os alfabetos, os números tiveram versões diferentes de acordo com cada nação. Houve algarismos romanos, chineses, babilônicos, hindus e outros.

    Esses diferentes modos de sistema de numeração tinham suas próprias regras. O romano, por exemplo, tinha os caracteres  I, V, X, L, C, D e M. Cada um desses símbolos representava, respectivamente 1, 5, 10, 50, 100, 500 e 1.000. É curioso saber que esse sistema era mais usado para a escrita, especialmente para representar datas em documentos do Império Romano. Para operações matemáticas, os ábacos eram o instrumento usado de forma mais comum. A regra para que se escrevesse um número romano era de que qualquer sinal numérico colocado à esquerda de um algarismo de valor superior diminui-se dele. Por exemplo, 25, se escreveria assim: XXV. Já 54 seria: LIV e  assim por diante.

    Os números como conhecemos é herança do sistema árabe, ou hindu, de numeração. Esse sistema começou hà 300 anos a.C., quando ainda não havia o número zero. O zero foi inventado depois, com a finalidade de representar o “inexistente”, a falta de unidade. É uma das mais importantes invenções da humanidade, em se tratando de matemática e, principalmente, para o sistema decimal, como conhecemos. A numeração árabe nasceu junto às línguas latinas e da grega e teve um pouco de resistência europeia, antes de ser utilizada como padrão por eles (antes a numeração usada era a romana). Por volta do século XVI que os números chegaram à forma que conhecemos e usamos hoje. A origem dos símbolos que representam cada algarismo vem da escrita antiga desses mesmos símbolos. Cada um tinha em si o mesmo número de ângulos que seu valor numérico. Isso quer dizer, o número um tem, em si, um ângulo, o número cinco tem cinco ângulos e assim por diante.

    Os egípcios tinham sinais próprios para representar seus números, um “U” de cabeça para baixo representa o número 10. As unidades seriam representadas apenas por um traço, “I”. Ou seja, 1= I, 5=IIIII, 9=IIIIIIIII. Para representar uma centena, o sinal usado era a de um espiral, para representar um milhar, o de uma flor de lótus. Valores maiores, como dez milhares, também têm seu símbolos: dez milhares equivale a um indicador dobrado na ponta, cem milhares ao desenho de um peixe  e o sinal de milhão era de um boneco ajoelhado. O que há, de mais importante da herança do sistema numeral do Egito é a organização decimal. A mesma organização presente em nossos números.

    O sistema decimal é o sistemas numeral que usamos hoje, é formado por dez algarismos (1,2,3,4,5,6,7,8,9,0) e divide os valores em unidade, dezenas, centenas, milhares e etc. De 1 à 9, são unidades  ( uma unidade, duas unidades, três unidades e etc) nove unidades mais uma, forma o número 10, ou uma dezena. Do número 10 até o número 19 é uma dezena, adicionando mais um valor fica o número 20, ou duas dezenas. As dezenas vão até nove dezenas e nove unidades, ou seja, 99. Assim que esse valor vira 100, passa ser uma centena. O número 134, por exemplo, pode ser descrito como uma centena, três dezenas e quatro unidades.

    A provável origem desse sistema vem de tempos pré históricos, já que os dedos da mão eram o principal instrumento para se contar.